Apresentação


Em 1997, é fundada a Associação dos Pediatras do Hospital Florianópolis, em Florianópolis-SC, que tinha como uma de suas finalidades levar informações aos pediatras catarinenses sobre suas profissões, melhorando, consequentemente, a qualidade de vida da criança catarinense.

Para isso, nasceu a Revista Pediatria Dia a Dia, ainda naquele ano. Hoje, a Revista é referência para os principais pediatras do Brasil, pois informa e atualiza, de forma direta e diferenciada, os mesmos.

Com o objetivo de atingir maior público e de maneira eficaz, com atualização pediátrica em tempo real, viu-se a necessidade da veiculação mensal da Revista Pediatria Dia a Dia, dessa vez, em formato digital.

Terapia com vitamina D pode atuar como quimioterapia natural PDF Imprimir E-mail
Colunas - Opinião
Seg, 03 de Maio de 2010 09:44

Terapia com vitamina D pode atuar como quimioterapia natural. Diminuição da atividade de uma proteína chamada MARRS, um receptor para a sinalização da vitamina D, faz com que a célula cancerosa se torne hipersensível ao nutriente

Um trabalho desenvolvido pela Universidade de Guelph, no Canadá, mostra que a ação anticancerígena da vitamina D pode ser útil no desenvolvimento de uma “quimioterapia natural”.

A diminuição da atividade de uma proteína chamada MARRS, um receptor para a sinalização da vitamina D, faz com que a célula cancerosa se torne hipersensível ao nutriente, tornando-se mais frágil. A manipulação desses níveis pode modificar a forma como as células de tumor se dividem, tornando-as alvos fáceis para tratamentos.

“Parece que a diminuição da MARRS traz benefícios terapêuticos no câncer da mama quando usamos a vitamina D”, explica Kelly Meckling, envolvida no trabalho.

“Tumores com queda da MARRS crescem mais rápido do que os tumores que têm índices normais. Mas quando se inicia a terapia de vitamina D como agente anti-tumoral, as células tumorais morrem muito rapidamente”, acrescenta.

A vitamina D, um nutriente essencial para a saúde dos ossos, também está associada a uma proteção maior contra a esclerose múltipla.

O estudo atual mostra que a MARRS desempenha realmente um papel fundamental na determinação do destino das células, podendo ser usada como uma terapia não somente para o câncer, mas também em doenças como o Alzheimer, Parkinson e psoríase.

Autor: Redação
Fonte: POP - Portal de Oncologia Português

http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=6303